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Corretora de seguros de saúde

O plano certo custa menos do que você imagina.

Comparamos as principais operadoras registradas na ANS para encontrar a cobertura ideal ao preço justo — para você ou para sua empresa.

Cotação para empresas

QP Corretora — cuidando do que mais importa: pessoas.

Operadora

SulAmérica

Rede credenciadaAmpla
CoparticipaçãoParcial

Operadora

Amil

Rede credenciadaNacional
CoparticipaçãoIntegral

Operadora

Bradesco Saúde

Rede credenciadaPremium
CoparticipaçãoSem

comparação ilustrativa · dados reais na cotação

Nossos parceiros

As principais operadoras, em uma única cotação.

Trabalhamos com as maiores operadoras do Brasil, das linhas premium às opções com melhor custo, e indicamos a que faz sentido para o seu perfil.

  • SulAmérica
  • Bradesco Saúde
  • Amil
  • Porto Saúde
  • Prevent Senior
  • Assim Saúde
  • Hapvida
  • Klini Saúde
5,0

Avaliação no Google

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O que fazemos

Três perfis, um mesmo compromisso: o preço justo.

Atendemos pessoas físicas em busca do plano ideal e empresas de todos os portes que precisam de uma gestão de benefícios mais inteligente.

Pessoa física

Para você e sua família

  • Comparação sem custo entre as principais operadoras
  • Atendimento especializado do início à contratação
  • Apoio na portabilidade ou redução de carências, conforme as regras da ANS e da operadora
  • Indicação por perfil de uso e orçamento
Pessoa jurídica

Empresas de 2 a 99 vidas

  • Cotação e comparação sob medida para pequenas e médias equipes
  • Planos compatíveis com o porte e o orçamento da empresa
  • Portabilidade ou redução de carências na migração, conforme as regras
  • Acompanhamento em renovações e reajustes
Pedir cotação (2 a 99 vidas)
Como funciona

Três passos até a clareza.

01

Conte sua necessidade

Alguns dados sobre você — ou sobre o quadro de colaboradores da empresa — já bastam para iniciarmos a análise.

02

Comparamos o mercado

Avaliamos preço, rede credenciada e regras de coparticipação entre as principais operadoras registradas na ANS.

03

Você decide com segurança

Apresentamos as melhores opções lado a lado, sem letras miúdas, para a escolha ser sua — com clareza.

Por que a QP

Diferenciais que sustentam a confiança.

Comparação imparcial

Não somos ligados a uma única operadora — comparamos o mercado para indicar o que faz sentido para você.

Atendimento humano

Um time especializado acompanha cada etapa, da cotação à contratação.

Portal BI Empresarial

Empresas acompanham indicadores do próprio plano em um painel dedicado.

Suporte contínuo

Renovação, sinistros e portabilidade — seguimos ao seu lado depois da contratação.

Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas sobre plano de saúde

Vocês atendem empresas com mais de 100 funcionários?

Sim. Além dos planos para pessoa física e pequenas empresas, fazemos cotações sob medida para empresas de médio e grande porte, com negociação direta com as operadoras e acompanhamento contínuo da sinistralidade pelo Portal BI Empresarial.

Existe plano de saúde para MEI?

Sim. Com CNPJ de MEI ativo é possível contratar plano empresarial, que costuma ter mensalidade menor que o plano individual. Cada operadora tem regras próprias de tempo de CNPJ e número mínimo de vidas.

O que é plano de saúde coletivo por adesão?

É o plano contratado por meio de sindicatos, associações ou conselhos de classe. Costuma ter valores menores que o plano individual e não exige vínculo com uma empresa, apenas com a entidade.

Vocês têm plano de saúde para idoso?

Sim. Ajudamos a encontrar planos com boa rede credenciada para a terceira idade, avaliando coparticipação, reajuste por faixa etária e cobertura para tratamentos de longo prazo.

Tem plano de saúde para criança e recém-nascido?

Sim. Orientamos sobre a inclusão de recém-nascidos, carências para parto e pediatria, e planos familiares que cobrem toda a família em um único contrato.

Como funciona a portabilidade de carências?

Quem já tem plano pode trocar de plano sem cumprir novas carências, desde que atenda às regras da ANS, como tempo mínimo no plano atual, pagamentos em dia e preço compatível. Quando a portabilidade não se aplica, algumas operadoras oferecem redução de carências. A QP verifica o seu caso e cuida do processo.

Como faço para comparar planos de saúde e achar o mais barato?

A QP compara, sem custo, as principais operadoras, como SulAmérica, Bradesco Saúde, Amil e Porto Saúde, considerando rede credenciada, coparticipação e orçamento, para indicar o plano com melhor custo-benefício para o seu perfil.

Pronto para pagar o valor justo pelo seu plano de saúde?

Cotação sem compromisso, com resposta de um especialista.

WhatsApp e telefone 0800 000 4697  ·  sac@qpcorretora.com

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Informação clara sobre saúde e seguros.

Conteúdo para ajudar você e sua empresa a decidir com mais segurança.

Coparticipação ou plano tradicional: como decidir

O que muda no custo mensal e no uso do plano em cada modelo, e como fazer a conta do ponto de equilíbrio para a sua empresa.

Na hora de contratar ou renovar o plano de saúde da empresa, uma das primeiras escolhas é o modelo de pagamento: com coparticipação ou sem coparticipação (o chamado plano tradicional). Os dois cobrem os mesmos procedimentos. O que muda é quem paga e quando.

Como funciona cada modelo

  • Plano tradicional: a mensalidade é fixa e o uso não gera cobrança extra. Você paga o mesmo valor todo mês, use muito ou pouco.
  • Plano com coparticipação: a mensalidade é mais baixa, mas cada consulta, exame ou terapia gera uma pequena cobrança adicional, em valor fixo ou percentual, conforme o contrato.

Quando a coparticipação costuma valer a pena

Ela tende a compensar para grupos que usam pouco o plano no dia a dia: equipes mais jovens, com poucos dependentes e sem tratamentos contínuos. A economia na mensalidade é certa; a cobrança extra só aparece quando há uso.

Também ajuda a reduzir o uso desnecessário, o que pesa na sinistralidade do contrato e, com o tempo, no reajuste.

Quando o tradicional é mais seguro

Para grupos com idade média mais alta, gestantes, pessoas em tratamento contínuo (fisioterapia, terapias, exames frequentes) ou quando a empresa prefere previsibilidade total no orçamento, o plano sem coparticipação costuma sair mais em conta no fim do ano.

Como fazer a conta do ponto de equilíbrio

  1. Calcule a diferença mensal entre as duas mensalidades para todo o grupo.
  2. Multiplique por 12 para ter a economia anual da coparticipação.
  3. Estime quantas consultas e exames o grupo faz por ano e multiplique pelo valor de coparticipação de cada um.
  4. Se o custo estimado de uso for menor que a economia anual, a coparticipação compensa.

Exemplo hipotético: se a coparticipação gera uma economia de R$ 400 por mês no grupo (R$ 4.800 por ano) e o uso previsto custaria R$ 2.500 em coparticipações, a empresa economiza cerca de R$ 2.300 no ano.

Pontos de atenção no contrato

  • Se existe limite máximo de cobrança por procedimento ou por mês.
  • Se internações também têm coparticipação.
  • Quem paga a coparticipação: a empresa ou o colaborador, via desconto em folha.

Cada operadora tem regras próprias. Na cotação, a QP coloca os dois modelos lado a lado para o perfil real da sua equipe.

Quer ajuda com o seu caso?

Um especialista da QP compara as operadoras e te mostra as melhores opções, sem custo.

Portabilidade de carências: passo a passo

Os requisitos da ANS e os passos para trocar de plano sem cumprir novas carências.

A portabilidade de carências permite trocar de plano de saúde, inclusive de operadora, sem cumprir novamente as carências que você já cumpriu. É um direito previsto nas regras da ANS, mas só vale se alguns requisitos forem atendidos.

Os requisitos principais

  • Tempo no plano atual: na primeira portabilidade, pelo menos 2 anos no plano de origem, ou 3 anos se você cumpriu Cobertura Parcial Temporária (CPT) por doença preexistente. Nas portabilidades seguintes, o prazo cai para 1 ano (ou 2 anos se a portabilidade anterior foi para um plano com coberturas que não existiam no de origem).
  • Pagamentos em dia: é preciso estar adimplente com as mensalidades.
  • Preço compatível: em regra, o plano de destino precisa estar em faixa de preço igual ou inferior à do plano atual, conforme as faixas da ANS. Há exceções, como algumas portabilidades para planos empresariais.
  • Vínculo, quando o destino é coletivo: para ir para um plano empresarial, você precisa ter vínculo com a empresa contratante; para um coletivo por adesão, vínculo com a entidade (sindicato, associação ou conselho).

Passo a passo

  1. Consulte a compatibilidade no Guia ANS de Planos de Saúde, no site da ANS, e gere o relatório de compatibilidade entre o seu plano e o plano de destino.
  2. Separe os documentos: comprovantes de pagamento recentes, comprovante de tempo de permanência no plano atual e o relatório de compatibilidade.
  3. Solicite à nova operadora a contratação por portabilidade, entregando a documentação.
  4. Aguarde a análise. Depois de aceita, o novo plano começa a valer e só então você cancela o anterior, para não ficar descoberto.

E se o novo plano tiver mais coberturas?

Coberturas que não existiam no plano anterior podem ter carência, limitada a 300 dias para parto e 180 dias para os demais procedimentos.

Portabilidade não é a única saída

Quando a portabilidade não se aplica, algumas operadoras oferecem redução de carências por regras próprias, especialmente para quem vem de outro plano. Vale comparar as duas possibilidades.

A QP verifica os requisitos do seu caso e cuida do processo com a nova operadora.

Quer ajuda com o seu caso?

Um especialista da QP compara as operadoras e te mostra as melhores opções, sem custo.

Como calcular o real custo-benefício do plano da sua empresa

Sinistralidade, rede credenciada e reajuste: os três números que toda gestão de RH deveria acompanhar.

O plano de saúde costuma ser um dos maiores custos de benefícios de uma empresa. Mesmo assim, muitas empresas só olham para ele uma vez por ano, quando chega o reajuste. Acompanhar três indicadores ao longo do ano muda essa conversa.

1. Sinistralidade

É a relação entre o que a operadora gasta com o uso do plano pelos seus colaboradores e o que a empresa paga em mensalidades. Se a empresa paga R$ 100 mil no ano e o uso soma R$ 80 mil, a sinistralidade é de 80%.

Ela é o principal fator do reajuste nos planos coletivos com 30 vidas ou mais. Sinistralidade alta e constante sinaliza reajustes maiores à frente.

2. Reajuste

Nos planos coletivos, o reajuste anual não tem um teto definido pela ANS, como acontece nos planos individuais. Ele é negociado entre a empresa e a operadora, com base na sinistralidade e na variação de custos.

Para contratos com menos de 30 vidas, as operadoras agrupam os contratos pequenos e aplicam um mesmo percentual a todos (o chamado pool de risco). Por isso, nessas empresas, comparar o mercado na renovação é ainda mais importante.

3. Rede credenciada e uso real

Um plano barato com rede que os colaboradores não usam vira custo sem benefício. Um plano com rede muito acima da necessidade também pesa. Vale levantar onde o time realmente é atendido: hospitais, laboratórios e região.

Como transformar isso em economia

  • Peça à operadora os relatórios de utilização e sinistralidade com antecedência da renovação.
  • Avalie mudanças de produto, rede ou coparticipação antes de aceitar o reajuste.
  • Invista em prevenção: programas de saúde reduzem internações e exames de alto custo.
  • Compare o mercado: às vezes a troca de operadora, com portabilidade ou redução de carências, sai mais barata que o reajuste proposto.

Para empresas atendidas pela QP, o Portal BI Empresarial reúne esses indicadores em um só painel.

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Um especialista da QP compara as operadoras e te mostra as melhores opções, sem custo.

5 perguntas para fazer antes de trocar de operadora

Um roteiro simples para comparar propostas sem se perder nas condições de cada uma.

Trocar de plano por causa do preço é comum, mas a mensalidade é só uma parte da conta. Antes de assinar, faça estas cinco perguntas.

1. Os hospitais e médicos que eu uso estão na rede?

Confira nominalmente os hospitais, laboratórios e médicos que você e sua família mais usam. Atenção também à região: a rede pode ser boa em uma zona da cidade e fraca em outra.

2. Vou precisar cumprir carência de novo?

Veja se você tem direito à portabilidade de carências pelas regras da ANS ou se a nova operadora oferece redução de carências. Isso evita ficar meses sem cobertura para consultas, exames ou internação.

3. Tem coparticipação? Quanto?

Uma mensalidade mais baixa pode vir com coparticipação. Pergunte o valor cobrado por consulta, exame e terapia e se existe limite mensal.

4. Como será o reajuste?

Planos individuais têm reajuste anual limitado pela ANS. Nos coletivos (empresariais e por adesão), o reajuste é negociado e pode ser maior. Além disso, todos os planos têm reajuste por mudança de faixa etária, conforme as 10 faixas definidas pela ANS.

5. A operadora tem boa avaliação?

No site da ANS dá para consultar a situação da operadora, o índice de reclamações e a nota do programa de qualificação (IDSS). Esses dados ajudam a evitar surpresas no atendimento.

Resumo

Compare propostas sempre pelo conjunto: rede, carências, coparticipação, reajuste e qualidade da operadora. A QP faz essa comparação lado a lado, sem custo.

Quer ajuda com o seu caso?

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Prevenção em saúde: o papel do plano no dia a dia

Como aproveitar check-ups, telemedicina e programas de prevenção que muitas vezes já estão incluídos no seu plano.

Muita gente só lembra do plano de saúde quando fica doente. Mas boa parte do valor de um plano está em evitar que o problema aconteça ou seja descoberto tarde.

Check-up anual

Consultas de rotina e exames periódicos, de acordo com idade e histórico, estão cobertos pelo rol da ANS. Um check-up por ano com o clínico ou especialista indicado é o ponto de partida da prevenção.

Telemedicina

Grande parte das operadoras oferece consultas por vídeo, muitas vezes 24 horas. Para orientações, renovação de receitas e casos simples, evita deslocamento e idas desnecessárias ao pronto-socorro.

Programas de promoção da saúde

Operadoras costumam ter programas para gestantes, pessoas com doenças crônicas (como diabetes e hipertensão), saúde mental, nutrição e atividade física. Muitos são gratuitos para o beneficiário e pouca gente sabe que existem. Vale consultar o aplicativo ou a central da sua operadora.

Vacinação e saúde da mulher e do homem

Exames preventivos como papanicolau, mamografia e avaliação de próstata, nas idades indicadas pelos médicos, fazem parte do cuidado básico e estão no rol de coberturas obrigatórias.

Por que isso importa também para empresas

Nos planos empresariais, a prevenção reduz internações e procedimentos de alto custo, o que ajuda a controlar a sinistralidade e, com o tempo, o reajuste do contrato.

Quer saber o que o seu plano já oferece? Fale com a QP que a gente te ajuda a descobrir.

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Um especialista da QP compara as operadoras e te mostra as melhores opções, sem custo.

ANS: como acompanhar as regras que afetam o seu plano

Onde consultar reajustes, coberturas e reclamações antes e depois de fechar um contrato.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é quem regula os planos de saúde no Brasil. Saber usar as ferramentas dela ajuda a escolher melhor e a resolver problemas mais rápido.

Rol de procedimentos

O rol da ANS é a lista de procedimentos que os planos são obrigados a cobrir, conforme a segmentação contratada (ambulatorial, hospitalar, com ou sem obstetrícia). Ele é atualizado periodicamente e pode ser consultado no site da ANS.

Reajustes

  • Planos individuais e familiares: a ANS define todo ano o percentual máximo de reajuste.
  • Planos coletivos: o reajuste é negociado entre a operadora e a empresa ou entidade contratante, e precisa ser comunicado aos beneficiários.
  • Faixa etária: são 10 faixas, e o valor da última não pode passar de 6 vezes o da primeira.

Qualidade e reclamações das operadoras

No site da ANS é possível consultar a situação de cada operadora, o Índice Geral de Reclamações e a nota do IDSS, o programa de qualificação que avalia a qualidade das operadoras. São bons indicadores antes de contratar.

Carências máximas

A lei define limites para as carências: 24 horas para urgência e emergência, 300 dias para parto e 180 dias para os demais casos. Doenças preexistentes declaradas podem ter Cobertura Parcial Temporária de até 24 meses para alguns procedimentos.

Como reclamar

Primeiro, registre a reclamação na operadora e guarde o protocolo. Se não resolver, você pode abrir uma reclamação na ANS pelos canais oficiais (site e central de atendimento). A ANS notifica a operadora para responder em prazo definido.

Ficou com dúvida sobre algum ponto do seu plano? A QP te ajuda a entender o contrato e os seus direitos.

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